quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Praia da Joaquina - Ilha de Santa Catarina




Dizem os sábios e estudiosos que as lendas, mitologias e suas crenças, explicam um pouco da evolução humana.
Dizem as rendeiras - habitantes do retiro da lagoa-, que por volta do ano de 1850, havia uma rendeira (como toda a mulher que se preze, naquela região) de nome Joaquina. Ela tinha por habito fazer suas rendas na ultima pedra do costão daquela praia deserta (e sem nome). Então levava para lá suas rendas - ela com o seu vestido de renda -, seus bilros, suas anáguas e ficava lá, horas e horas...
Até que um dia, Joaquina (desligada pela magia do lugar), ficou com suas rendas, o dia todo até a noite chegar. Naturalmente sem se perceber que a maré, a cada minuto, subia. Chegando cada vez mais perto dela.
Aí então veio uma onda, e carregou Joaquina - cheia de rendas, que possibilitavam a flutuação na água - mar adentro, até desaparecer.
Dizem as rendeiras...

Situada a 17 quilômetros do centro de Florianópolis, a Joaquina, sem sombra de dúvidas, é a praia mais famosa da ilha. No meio deste "pedacinho de terra perdido no mar", está um lugar que exerce um fascínio intenso - e perpétuo (ao que parece) - nas cabeças das pessoas. Pois desde as curvas e descidas da lagoa, a áurea e a magia do lugar, impulsionam a todos escolher - eleger - aquela enorme, e no entanto minúscula praia, como a cor preferida.
Antagonismos deixados de lado, o fato é que sempre, através dos anos, aquela estreita faixa da Joaquina é freqüentada por todos, conceituando-a como a praia da moda.
Desde o tempo em que sua única construção era o barraco do Maurílio, da época em que os carros estacionavam na praia, contrastando com o visual agressivo, e ainda virgem. Tempo das casas de Valter Vanderley - no canto esquerdo, em cima das pedras - , de Beto Stodiek - aquele que era o caminho da Joaca, ali no retiro da lagoa - que foi construída no século passado.
Fica difícil, pra nós, mencionar todos os fatos, indicar os pioneiros e etc... Principalmente por que estamos falando de uma das coisas mais sagradas desta terra. De um verdadeiro patrimônio de todos. No entanto, revolver conceitos e reviver situações é a nossa obrigação.


LEMBRANÇAS

Antes, há muito tempo atrás, não havia estrada para a praia da Joaquina. O acesso à praia terminava (ou começava), logo depois da ponte da lagoa. Então se parava o carro e ia-se andando, pela lagoa - inicialmente - e depois dunas adentro.
Histórias de conhecidos meus, que acampavam na Joaca, durante os finais de semana eram freqüentes, pernoitavam e ficavam dois dias lá, sozinhos, num paraíso que ainda daria muito que falar.
Tempo do bar do Chico, o mais famoso bar de Florianópolis de todos os tempos, desde a época em que era apenas um caixotão - ajudado a levantar por freqüentadores assíduos -, sempre acompanhando as mutações do lugar, fazendo parte, sem sombra de dúvidas, do cenário da praia. O bar ia aumentando, a Joaquina sendo descoberta. Memoriáveis porres, ilustres pessoas - que vaiavam de celebridades à mendigos, de políticos a jogadores de futebol, de mulheres a crianças, todos uníssonos ao proclamar aquele bar como parte da praia. Mas o Chico se foi, e a Joaquina não...
Tempo em que o único hotel era o Joaquina Beach, de propriedade de Manoel Menezes. Praia que foi responsável pelo aparecimento de muita gente, de muitas modas e principalmente, de um esporte solitário e fascinante, marginalizado e idolatrado; portanto dualísticamente perfeito.


O APARECIMENTO

Segundo André Lenzi, um dos mais antigos - da nova geração - freqüentadores da Joaca, o primeiro surfista que ele viu surfar foi o Celso Ramos, sozinho lá dentro do mar, num dia de ondas grandes. Ele juntamente com Betinho Rodrigues, Minho Ramos, Geraldo Correa, Eduardo Collaço, Ricardo schoreder e outros, foram os precursores deste esporte aqui em Florianópolis. Época em que se começava a entender a necessidade de se aproveitar melhor as ondas.
Em 1974, mais ou menos no meio do ano, aconteceu na Joaquina o primeiro campeonato de surf, o PIU SURFBOARDS - que levava o nome de um carioca que arrepiava nas ondas do sul, naquela época, o Paulinho Piu. Para se ter Idea de como o surf não atraia ninguém, o evento rolou no meio da praia, só com os competidores (uns quinze) e os juízes e organizadores. No canto esquerdo, centenas de pessoas nem ligavam para o campeonato. Ricardo schoreder foi o campeão na sênior, ficando para ciso o primeiro lugar na júnior.
Dois anos depois, em 1976, acontecia o primeiro festival de surf, aqui em Florianópolis, com centenas de pessoas e um enorme numero de surfistas (até de outros estados) invadindo a Joaquina, era o I ROCK, SURF E BROTOS, organizado por Cacau Menezes. Além dos shows que rolavam depois do campeonato, dos novos nomes na água, este evento marcou uma época na história da praia. Sim, na entrega de prêmios, com a Joaca lotada e a presença de toda a imprensa local, Cacau Menezes fez o prefeito da capital, Esperidião Amim (ainda muito barbudo e cabeludo) prometer, na frente de todos, a pavimentação da estrada da Joaca. O negócio estava começando a esquentar...


SURGE

Logo após a realização do I Rock, Surf e Brotos, que teve como campeão, na categoria sênior, o Joinvillese Caxito, surgia uma nova geração de surfistas da Joaquina, e nascia forte, tanto que o vencedor, foi Marcelo Pereira Oliveira, o Bichinho.
Nomes como, Rubens Pereira, o Bita, Flávio Boabaid, Alexandre Fontes, Ricardo Pereira, Ronaldo Lobato, o próprio Bichinho e outros, juntavam-se as expressões de porte como Ciso, Tolo, gigante, Toro, Gênio, etc...E foram surgindo mais nomes eclodindo mais campeonatos.



EVOLUÇÃO

A partir de 1978, os campeonatos de surf tornaram-se constantes na Joaca. Eventos locais, como o primaverão, vencido por Bita e o Diretur, vencido por Flávio Boabaid, e interestaduais como o torneio RBS - Sulbrasileiro de surf, organizado por Sérgio Entres e Roberto Lima, este um garoto que ainda daria muito que falar na história da praia.
Depois deste Sulbrasileiro - que foi em 79 -, outro campeonato Sulbrasileiro - agora em duplas - movimentos a praia da Joaquina. Quando falamos em movimentou é para o leitor ter uma idea de um grande acumulo de gente mesmo. Pois naquela - com menos turistas - o Sábado e o Domingo também eram muito cheios.
Neste campeonato, além de marcar o início de uma nova década, revelaram-se para Santa Catarina, gratas surpresas, como por exemplo, o surfista de Balneário Camburiú, Bilo que quase ganho o campeonato sozinho, pois seu companheiro de dupla Neo, só surfava bem em Caburiú, na final deu quem? Caxito e Gugi, é claro, os dois ganharam tudo nessa época.
Também foi neste ano, 1980, que foi criada a Associação Catarinense de Surf, com três etapas pelas praias de Santa Catarina. A primeira foi realizada na Joaquina e quem venceu foi Roberto Lima. A importância da etapa de Florianópolis, sempre na Joaca, estava estampada na visão dos organizadores que sempre, a partir deste ano, começavam e terminavam o circuito na Joaca. época dos campeonatos de Edson Costa, o popular Dedinho, que com seus Primaverões e Floripões, ajudaram e muito no desenvolvimento do Surf Catarinense.
Ficou para 1982, o campeonato Catarinense de estreantes, evento que se realizara pela ultima vez em 1977, quando foi vencido por Álvaro Pereira, irmão do Bichinho. Com um dos melhores mares de campeonato, o Catarinense de estreantes foi vencido por Marcelo César, que juntamente que juntamente com seu Eduardo que ficou em terceiro.
E dá-lhe campeonatos, nomes, revelações. Como o 3º Atlântida FM de Surf, num mar de 8' pés vencido pelo Florianópolitano, Zeno Brito, apontado por todos como "o Rei da Joaca" aquele que há tantos anos pega, e bem todos os dias bons na Joaca.
Muita gente desinformada pode se perguntar porque a Joaquina é sempre o palco dos grandes campeonatos de surf, já que a ilha tem mais de 20 praias surfáveis. Flávio Boabaid, organizador de eventos e dono da Máster Promoções explica: "A Joaquina é uma das melhores do Brasil para se fazer campeonatos. As ondas estão sempre lá, sempre exibindo uma constância impressionante".
E com todos esses elementos (gente para competir, gente para organizar e, o que cada vez mais acontecia, gente para apreciar), a engrenagem estava montada...


OS RACIONAIS

A partir de 1982 o surf Brasileiro ficou, praticamente, sem campeonatos representativos, eventos importantes e determinantes no cenário nacional. Com o término do Waimea 5000 - realizado no Rio de Janeiro -, e que fazia parte do ranking mundial -, a única opção dos surfistas era o Campeonato Brasileiro em Ubatuba, em Julho. Assim sendo, Flávio Boabaid, Roberto Perdigão e Arnaldo Spyder, resolveram fazer um campeonato mundial aqui no sul, na praia da Joaquina.
Naquela época, a Idea de um campeonato nacional em Florianópolis, não convenceu muito os surfistas de outros estados; desacreditados que estava com o surf Brasileiro.
Mas o I Olympikus saiu - e foi um sucesso. A Joaquina - com muita gente presenciou seu primeiro grande campeonato nacional, com surfistas de todo o país, o mais importante, com toda a imprensa divulgando o nome de uma praia que já começava a ficar conhecida e procurada além das fronteiras Catarinenses.
O vencedor do campeonato foi Luís Neguinho, um santista recém-saído do exército, e que impressionou a todos os presentes com um surf radicalíssimo. O melhor catarinense classificado foi o Davisinho, ficando em terceiro lugar.
No ano seguinte, em 1983, os surfistas que voltaram a Joaca para correr o II Olympikus, já encontraram uma praia diferente. Se o palanque continuava minúsculo, as novas construções como o Cris hotel, o aumento considerável de concorrentes no campeonato e as dificuldades de se encontrar uma casa para alugar nas proximidades, não deixavam dúvidas, o paraíso começava a ser invadido.
Dentro d'água grandes revelações, como por exemplo, o carioca Dada Figeredo que, com um surf muito solto e com linhas moderníssimas, tornava-se, a medida que a competição ia chegando ao seu final, um dos favoritos ao título, porém Dada esbarrou em Bita, um surfista local da Joaquina, que estraçalhou nas pequenas esquerdas que rolavam entre a pedra careca e o costão.
E o campeonato terminou. Muita gente já não voltava mais para os seus estados, ficavam aqui, curtindo um pouco daquele mágico canto esquerdo, que apesar de tudo, continuava lá, inalterado.


INVADIDA

1985, eis que a Olympikus saiu do mercado do surf, ou melhor, do mercado em geral, e anuncia que não ai patrocinar mais nenhum campeonato. Momentaneamente, na cabeça dos organizadores, a Idea do desmoronamento de um projeto que já havia dado certo, transformar a Joaquina, no maior palco do surf brasileiro pesou na cabeça, mas por pouco tempo.
Pois a OP - Ocean Pacific - resolveu bancar o evento, assegurando-lhe todos os seus prêmios, melhorando-os e cobrindo o campeonato.
Melhor ainda para o surf brasileiro, que assim via, no conhecido mês de Janeiro, um festival nunca antes visto aqui no Brasil. Redundâncias a parte, o OP PRO, transformou a já famosa Joaca, num verdadeiro pesadelo. Aonde para se chegar na praia, depois das nove e pouco da manhã tinha que esperar numa enorme fila, que vinha desde a lagoa (não era lá que terminava o acesso à Joaquina?).
Fora isto, o cada vez maior apoio do governo, interessado num esporte que já trazia bons frutos, não só para Florianópolis, mas também ao estado. Apoio este que se traduziu em presença, literal, como as constantes visitas, durante o campeonato, do Governador de Santa Catarina e do Prefeito de Florianópolis.
No surf, mais uma vitória do Santista Picuruta Salazar, que assim firmava-se como o maior surfista brasileiro da época.
Com cada vez maior numero de revistas e jornais especializados, bem como o interesse de todas as publicações do Brasil - Veja, Jornal do Brasil, Folha de São Paulo, manchete e etc...- o OP PRO tornou-se marca registrada do verão Catarinense.
No ano seguinte, todos esperavam o OP PRO, com igual ansiedade. Os surfistas, pelos prêmios milionários e pelo reconhecimento óbvio do melhor surfista Brasileiro. Para os turistas a certeza de verem muita gente bonita, com seus fios dentais e suas pranchas, coadjuvando um cenário almejado por todos: a praia da moda.
Com quase 800 inscritos ( o maior campeonato em termos de atletas do mundo), o II OP PRO teve, pela primeira vez, um campeão Catarinense, muito acostumado com aquelas pequenas ondas que rolavam: Davi Husadel, 23 anos, natural de Balneário Camboriú, há 6 anos residindo em Florianópolis, ganhava, além de 30 milhões de cruzeiros, uma passagem para a Austrália. Na categoria amador, também tivemos um catarinense brilhando: Teco Padaratz, com apenas 15 anos, ficou com o vice campeonato.
Mas é claro, depois do campeonato a Joaquina continuava a todo o vapor, com lojas e bares proliferando, com o estacionamento, começando a invadir as dunas, aumentando cada vez mais para os lados.
Para os habituais freqüentadores, moradores da ilha ou não, a eminência do pesadelo do "não dá mais pra ir à Joaquina no verão" havia se consumado, como consolo ainda sobrava o resto do ano, no inverno...


THE WORLD

Acostumados a presenciar, no mês de Setembro, uma Joaquina vazia, com no máximo, uns cinqüenta gatos pingados na praia, os Florianópolitanos simplesmente não acreditavam no que viam, durante a semana muita gente e no final de semana... Era o HANG LOOSE PRO CONTEST, etapa válida para o circuito mundial do qual o Brasil esteve ausente por 5 anos.
Verdadeiros heróis deste esporte, alguns nunca tinham pisado em terras Brasileiras, a emoção de velos surfar na Joaca não cabe aqui, em sumárias linhas. Mitos como: Shaun Tonsom, Mark Richards, cheyne Horan, Wayne Rabbit, Mark Occhilupo, Barton Lynch, Tom Carol, Brad Gerlach e outros, transformaram um antigo sonho, de muitos, numa alegre realidade.
E a Joaquina, como que se quisesse recepcionar bem os convidados, tão longamente esperados, se mostrou impecável. Com um mar alucinante (ondas de 8' pés), um tempo incrivelmente aberto e quente, e um público ávido, o campeonato foi um sucesso mais do que esperado.
Realmente, apesar das previsões dos organizadores, o que se viu, principalmente no final de semana, foi uma coisa de louco, quase 20 mil pessoas se acotovelaram na praia e outras tantas tentavam chegar na Joaquina, tentavam, pois o transito, o engarrafamento não deixava, para se ter uma idéia, o governador do estado, Esperidião Amim, teve que chegar de Helicóptero!!! Fora o trânsito no final do campeonato, que fez com que os carros só conseguissem sair da Joaca às 9 da noite, uma praia que se transformou num caos, sem comida e sem bebida.
Na água uma surpresa, o Australiano Dave Macaulay eliminou o brasileiro Sérgio Noronha, que brilhou no Hang Loose, Hans Hedemann, e na final o australiano Mark Occhilupo, ficando com o primeiro lugar.




The studious scholars say and who the legends, mythologies and its beliefs, explain a little of the evolution human being. The tenants say - inhabitants I remove of it of the lagoon, that for return of the year of 1850, had a tenant (as all the woman that if preze, in that region) of Joaquina name. It had for inhabits to make its incomes in finishes rock of the costão of that desert beach (and without name). Then she led there for its incomes - it with its dress of income -, its bilros, its anáguas and was there, hours and hours… Until one day, Joaquina (off for the magic of the place), was with its incomes, the day all until the night to arrive. Of course without if perceiving that the tide, to each minute, went up. Arriving each time more close to it. There then it came a wave, and it loaded Joaquina - full of incomes, that made possible the fluctuation in the water - sea adentro, until disappearing. The tenants say… Situated the 17 kilometers of the center of Florianópolis, the Joaquina, without shade of doubts, are the beach most famous of the island. In the way of this " lost land small piece in mar" , it is a place that exerts an intense allure - and perpetual (what it seems) - in the heads of the people. Therefore since the curves and descendings of the lagoon, golden and the magic of the place, they stimulate to all to choose - to choose - that enormous, and however very small beach, as the preferred color. Left antagonisms of side, the fact is that always, through the years, that narrow band of the Joaquina is frequented by all, appraising it as the beach of the fashion. Since the time where its only construction was the barraco of the Maurílio, of the time where the cars parked in the beach, contrasting with the appearance aggressive, and still virgin. Time of the houses of Valter Vanderley - in it I sing left, on of the rocks -, of Beto Stodiek - that one that were the way of the Joaca, there I remove in it of the lagoon - that was constructed in the last century. It is difficult, pra we, to mention all the facts, to indicate the pioneers and etc… Mainly why we are speaking of one of the things most sacred of this land. Of a true patrimony of all. However, to dig concepts and to reviver situations is our obligation. SOUVENIRS Before, it has much time behind, it did not have road for the beach of the Joaquina. The access to the beach finished (or it started), then later Da Ponte of the lagoon. Then the car was stopped and was gone walking, for the lagoon - initially - and later dunes adentro. Histories of known mine, that camped in the Joaca, during the week ends were frequent, spendt the night and were two days there, alone, in a paradise that still would give much that to speak. Time of the bar of the Chico, the most famous bar of Florianópolis of all the times, since the time where it was only one caixotão - to raise helped it for assíduos freqüentadores -, always following the mutations of the place, being part, without shade of doubts, of the scene of the beach. The bar went increasing, the discovered Joaquina being. Memoriáveis porres, illustrious people - that they vaiavam of celebrities to the beggars, of politicians the woman, football players the children, all unisonous when proclaiming that bar as part of the beach. But the Chico if was, and the Joaquina not… Time where the only hotel was the Joaquina Beach, of property of Manoel Menezes. Beach that was responsible for the appearance of much people, of many fashions and mainly, of a solitary and fascinating sport, kept out of society and idolatrado; therefore dualísticamente perfect. THE APPEARANCE According to Andres Lenzi, one of the oldest - of the new generation - freqüentadores of the Joaca, the first surfista that it saw to surfar was the Celso Branches, alone there inside of the sea, in one day of great waves. It together with Betinho Rodrigues, Minho Branches, Geraldo Correa, Eduardo Collaço, Ricardo to schoreder and others, had been the precursors of this sport in Florianópolis here. Time where if he started to understand the necessity of if using to advantage the waves better. In 1974, more or less in the way year, happened in the Joaquina the first championship to it of surf, PIU SURFBOARDS - that it took the name of a Carioca who arrepiava in the waves of the south, at that time, the Paulinho Piu. To have Idea of as surf it does not attract nobody, the event rolled in the way of the beach, only with the competitors (ones fifteen) and the judges and organizadores. In it I sing left, hundreds of people nor bound for the championship. Ricardo to schoreder was the champion in the senior ones, being for ciso the first place in the Júnior. Two years later, in 1976, the first festival of surf happened, here in Florianópolis, with hundreds of people and an enormous one I number of surfistas (even of other states) invading the Joaquina, was the I ROCK, SURF AND SPROUTS, organized for Menezes Cacao. Beyond shows that they rolled after the championship, of the new names in the water, this event it marked a time in the history of the beach. Yes, in the delivery of prizes, with the full Joaca and the presence of all the local press, Menezes Cacao made the mayor of the capital, Esperidião Amim (bearded and still very cabeludo) to promise, in the front of all, the pavement of the road of the Joaca. The business was starting to esquentar… IT APPEARS Soon after the accomplishment of the I Rock, Surf and Brotos, that had as champion, in the senior category, the Joinvillese Caxito, appeared a new generation of surfistas of the Joaquina, and was born strong, as much that the winner, was Marcelo Pear tree Oliveira, the Bichinho. Names as, Rubens Pear tree, the Bita, Flávio Boabaid, Alexander Sources, Ricardo Pear tree, Ronaldo Lobato, the proper Bichinho and others, joined the transport expressions as Ciso, Fool, giant, Toro, Genius, etc… and had been appearing more names coming out more championships. EVOLUTION From 1978, the championships of surf had become constant in the Joaca. Local events, it they will primaverão as, looser for Bita and the Diretur, looser for Flávio Boabaid, and interstate as match RBS - Sulbrasileiro of surf, organized for Sergio Entres and Robert Rasp, this a boy who still would give much that to speak in the history of the beach. After this Sulbrasileiro - that it was in 79 -, another Sulbrasileiro championship - now in pairs - movements the beach of the Joaquina. When we speak in put into motion is for the reader to have a idea of a great one I accumulate of same people. Therefore in that one - with little tourist - Saturday and the Sunday also were very full. In this championship, beyond marking the beginning of a new decade, they had shown for Santa Catarina, grateful surprises, as for example, the surfista of Camburiú Health-resort, Bilo that almost profit the alone championship, therefore its friend of Neo pair, only surfava well in Caburiú, in the end gave who? Caxito and Gugi, are clearly, the two had gained everything at this time. Also it was in this year, 1980, that the Association Catarinense de Surf was created, with three stages for beaches of Santa Catarina. The first one was carried through in the Joaquina and who was successful was Robert Rasp. The importance of the stage of Florianópolis, always in the Joaca, was printed in the vision of the organizadores that always, from this year, started and finished the circuit in the Joaca. time of the championships of Edson Coast, the popular Dedinho, that with its Primaverões and Floripões, had helped very and in the development of the Surf Catarinense. It was for 1982, the Catarinense championship of debutantes, event that if carries through for finishes time in 1977, when was looser for Alvaro Pear tree, brother of the Bichinho. With the one of the best seas of championship, Catarinense of debutantes he was looser for Marcelo Cesar, who together that together with its Eduardo who was in third. E of - it championships, names, revelations. As 3º Atlantis FM of Surf, in a sea of 8' feet looser for the Florianópolitano, Zeno Brito, pointed for all as " the King of the Joaca" that one that has as many years catches, and well every day good in the Joaca. Much uninformed people can ask because the Joaquina is always palco of the great championships of surf, since the island has 20 surfáveis beaches more than. Flávio Boabaid, organizador of events and owner of the Máster Promotions explain: " The Joaquina is one of the best ones of Brazil to become championships. The waves are always there, always showing a constancy impressionante". E with all these elements (people to compete, people to organize and, what each time more happened, people to appreciate), the gear was mounted… THE RATIONALS From 1982 surf Brazilian was, practically, without representative championships, important and determinative events in the national scene. With the ending of Waimea 5000 - carried through in Rio De Janeiro -, and that it was part of ranking world-wide -, the only option of the surfistas ones it was the Brazilian Championship in Ubatuba, in July. Thus being, Flávio Boabaid, Robert Perdigão and Arnaldo Spyder, had decided to make a world-wide championship here in the south, in the beach of the Joaquina. At that time, the Idea of a national championship in Florianópolis, very did not convince the surfistas other states; discredited that it was with surf Brazilian. But the I Olympikus left - and was a success. The Joaquina - with much people it witnessed its first great national championship, with surfistas of all the country, most important, with all the press divulging the name of a beach that already started to be known and looked for beyond the Catarinenses borders. The winner of the championship was Luis Neguinho, a santista just-left the army, and that surf impressed to all the gifts with one most radical. Optimum classified catarinense was the Davisinho, being in third place. In the following year, in 1983, the surfistas that had come back the Joaca to run II the Olympikus, already had found a beach different. If palanque continued very small, the new constructions as the Cris hotel, the considerable increase of competitors in the championship and the difficulties of if finding a house to rent in proximi

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